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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Comunitários do entorno do Mendubim criam Comitê Gestor de Defesa Ambiental



Pescadores e pequenos Agricultores, moradores no entorno do açude Mendubim, uniram-se na busca por alternativa que os ajudasse combater práticas danosas contra o Meio Ambiente, exercidas por pessoas desavisadas, na Bacia hidrográfica do reservatório.

A primeira reunião formal ocorreu no dia 18 de julho, às 9.00 horas, nas instalações do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de Assú e contou com a presença de representantes do Ministério Público Estadual, Polícia Militar Ambiental, Secretária Municipal de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Assú, do DNOCS, do Professor e ambientalista, Aldo Cardoso; do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Assú, da Colônia de Pesca de Assú, e naturalmente dos pescadores.

No decorrer do encontro foram relatados, por pescadores, e discutidos vários e importantes pontos no que tange as práticas danosas, vivenciadas diuturnamente no entorno e no interior do reservatório.

Após os debates e mediante orientação das instituições presentes, foram elencadas várias ações mediadoras e inibidoras, possíveis de serem adotadas pelos comunitários e com o apoio dos órgãos presentes, incluindo a criação de um Comitê Gestor de meio Ambiente, formado por 26 membros, e a reativação do COGESAM – Comissão Gestora do Açude Mendubim, criada em 2006 através de Portaria do Ministério da Integração Nacional.

Ressalta-se, pois, que neste momento o foco principal é a pesca predatória que vem sendo praticada por pescadores de outras comunidades, inclusive de outros municípios, com uso de apetrechos inadequados como: redes de malhas miúdas, batimentos de buias e tibungos, tarrafas, arpões e outros.

Vale salientar que o objetivo dos membros do Comitê não é discutir ou brigar com ninguém e sim informar ao cidadão ou cidadã as normas preestabelecidas no Regimento Interno do órgão, apoiadas pelas instituições normativas e punitivas brasileiras, pela sociedade local que respaldam o projeto.

“Providencias já estão sendo tomadas para que, após esse momento de informações educativas, como estamos fazendo agora e caso continuem os abusos, tenhamos a presença da força inibitiva e punitiva, nesse caso, a Polícia Ambiental”, ratificou o Sr. Janíson Samael da Silva, coordenador titular do Comitê.

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