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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Vinte e oito cidades do Rio Grande do Norte declararam ter nível alto de problemas com a droga


Uma intervenção realizada na manhã do domingo passado, 28, na Cracolândia, região central de São Paulo conhecida pela intensa concentração de usuários de crack, com o fim de extinguir o local, reascendeu a discussão em torno da utilização da droga. A problemática não é exclusiva da capital do estado paulista. No Rio Grande do Norte, a situação também preocupa. 

Um levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostrou que quase 30 cidades potiguares declararam ter nível alto de problemas com o entorpecente. O Mapa do Crack, ferramenta do Observatório do Crack da CNM, dá conta de uma interiorização da droga pelo país, ao revelar que o entorpecente está cada vez mais presente nas pequenas cidades e zonas rurais do Brasil. 

A ferramenta traz um retrato de como o crack está afetando os municípios brasileiros e as principais regiões atingidas. O Rio Grande do Norte aparece com 28 municípios com nível alto de problemas com a droga. Outros 53 figuram com nível médio e 42 com baixo. Já 36 cidades potiguares são listadas como “sem resposta” e oito “sem problemas”, dentro de um total de 166 municípios. 

No Mapa, Mossoró é relacionada com nível alto de problemas relacionados ao consumo de crack. O levantamento aponta, também, que em todo o país, 1.154 municípios figuram na mesma situação da cidade potiguar, enquanto que outros 2.018 municípios brasileiros aparecem com nível médio e 1.200 com baixo. Ainda dentro dos 5.568 municípios do país, 945 figuram como sem resposta e 252 sem problemas. 

No estado vizinho ao RN, o Ceará, são 32 municípios com nível alto de problemas com a droga. Os dados da pesquisa são atribuídos às próprias prefeituras a partir do ano de 2010. Em dados absolutos, o estado de São Paulo é o que reúne o maior número de cidades com graves problemas gerados pela presença do crack.

Com informações do DeFato 


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