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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Assú – Lixões a céu aberto – Parte II “Caso de Calamidade Pública”


Em Assú, considerada “Cidade Polo” da Região, a situação é gravíssima; um verdadeiro caso de Calamidade Pública. Além do lixo domestico, depositado de segunda à sexta-feira, em um lixão a céu aberto e praticamente dentro da cidade, ainda nesse mesmo lixão estão sendo depositados dejetos de animais.
Em uma vala cavada a céu aberto, ao lado do Lixão, estão sendo depositados dejetos do abatedouro público municipal, tais como: ossadas, sangue – de dois em dois dias -, Sal e outros restos dos animais abatidos na instância daquele equipamento público.

Nossa reportagem esteve no local, ouviu várias pessoas que preferiram não se identificarem, quando podemos constatar um verdadeiro cemitério de ossada animal.

Também foi possível averiguar a insatisfação dos moradores dos bairros e comunidades situadas ao redor do Lixão, em função do acúmulo de urubus, cachorros, outros animais e insetos, bem como com a fedentina.

Ante a concluirmos a presente matéria tivemos a preocupação em ouvirmos o secretário municipal de Serviços Públicos, Samuel Fonseca, que reconheceu o problema, alegando se tratar de situação natural e existente desde a implantação do Lixão e que não há prazo para solucionar. Concluir dizendo que tudo ali é feito com aquiescência da Saúde Pública Municipal.

Fica o alerta à municipalidade e com a palavra à secretaria de Meio Ambiente e a Vigilância Sanitária do Município.

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