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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

"A privatização não é indicada para a Caern", diz professor


Em meio a discussão da venda de ativos como alternativa para o Governo do Estado recompor o Fundo de Previdência e levantar recursos para investimentos em obras ou programas sociais, o  doutor em administração nas áreas de finanças corporativas e finanças experimentais e professor do Departamento de Administração da UFRN, Venício Almeida, avalia o impacto de privatizações de empresas como a Caern e Potigás.  Solução que, segundo ele, se aplica à Potigás, mas não é a alternativa para a Caern. Neste caso, defende a abertura de capital para chamar investidores, mas com o controle do agente público. “A abertura de capital representa para o Estado, de imediato, gerar recurso para o caixa do Governo. O Governo não precisa ter dinheiro imobilizado em um ativo”, afirma. Com isso, acrescenta ele, o Estado teria recurso para investimento, para começar a repor o Funfir ou mesmo  melhoria na folha de pagamento. Em entrevista à TN, ele avalia os gastos públicos e fala sobre a alienação da Potigás e Caern, e o impacto desse processo para o Governo, as companhias e o consumidor

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