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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Fernando Freire chega a Natal e é levado para o quartel da PM


O ex-governador Fernando Freire já chegou em Natal e está sendo conduzido para o quartel do Comando Geral da Polícia Militar. O avião que trouxe ele do Rio de Janeiro para Natal pousou no Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, por volta das 12h20.

Freire, que estava acompanhado de dois delegados, não desembarcou pelo saguão junto os outros passageiros. Após averiguação, ele saiu em um carro preto pelo terminal de cargas do aeroporto.
Magnus Nascimento
Ex-governador saiu pelo terminal de cargas e foi conduzido para quartel da PM
Ex-governador saiu pelo terminal de cargas e foi conduzido para quartel da PM
De acordo com a Sesed, a segurança do preso é prioridade máxima neste momento do desembarque e condução do depoimento. Uma coletiva de imprensa está marcada para às 14h30, com a presença do Procurador Geral de Justiça do RN, Rinaldo Reis Lima.

Condenado por supostos desvios de recursos públicos entre fevereiro e novembro de 2002, o ex-chefe do Executivo estadual foi preso no último sábado (25) na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Ele estava morando na capital fluminense há três meses.
Marcelo Barroso
Ex-governador Fernando Freire foi preso sábado no Rio de Janeiro
Ex-governador Fernando Freire foi preso sábado no Rio de Janeiro
Conforme o Ministério Público do RN, a operação policial que culminou com a prisão do ex-governador foi fundamentada em três pedidos de prisão preventiva (30 dias, renovável por mais 30 dias), expedidos a partir de condenações por desvio de dinheiro público. Em 2007, Fernando Freire já havia sido preso, quando foi acusado de estar “manobrando para impedir a realização do seu interrogatório, evadindo-se do distrito da culpa”.

Em matérias publicadas pela TRIBUNA DO NORTE no início deste ano foi noticiado que o ex-governador possui ao menos duas condenações. Uma de 13 anos e quatro meses de reclusão, inicialmente em regime fechado, e 400 dias-multa, por distribuição de recurso público sem respaldo e peculato. E outra de 19 anos e 11 meses de reclusão, a partir da operação “Ouro Negro”, que investigou desvio de verbas públicas envolvendo concessão e manutenção de tributos. 

Tribuna do Norte

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