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sábado, 9 de maio de 2015

O PTB contra o governo Dilma


O governo enfrentará parada mais dura na próxima semana, na votação da MP 664, que muda o auxílio-doença e a pensão por morte. Os aposentados são contra, e já há desfalques anunciados. Um deles é o PTB, que na 665 deu 12 votos ao Planalto. Agora votará contra. O líder Jovair Arantes diz que, para a sigla, esses direitos são cláusulas pétreas desde a fusão (2006) com o Partido dos Aposentados da Nação (PAN). 

A mobilização dos velhinhos
A Força Sindical, desta vez com o reforço de entidades de aposentados, vai voltar a protestar contra o governo Dilma na próxima semana. Estará em votação a MP 664. Os líderes já estão sendo pressionados, nas redes sociais, a trabalhar contra sua aprovação. Circula panfleto eletrônico com a foto de todos eles acompanhada da frase: “O destino de milhões de aposentados nas mãos dos líderes”. Os velhinhos são conclamados por entidades nacionais: “Façam sua parte, usem as redes sociais, liguem, enviem cartas e e-mails, e exijam que eles votem contra”. Integrantes das siglas de oposição que votaram a favor da MP 665 pretendem manter o apoio ao ajuste fiscal. 

Podia ser pior
Numa das reuniões prévias da coordenação política, antes da votação da MP 665, o líder do PT, Sibá Machado, apresentou balanço de que votariam a favor 45 petistas, ao invés de 55. Os ministros baixaram nas reuniões da bancada. 

Esquentando a cadeira
Um cargo que o PP já perdeu é a CBTU, com sede no Rio. O ministro Gilberto Kassab (Cidades) já disse à coordenação política que quer o cargo. Seu presidente, Fernando Barini Alves, deixará o cargo, assim que Kassab escolher o sucessor. 

Cabo eleitoral
O ministro Armando Monteiro entrou em campo para o Senado aprovar o jurista Luiz Edson Fachin para o STF. Acionou seu suplente, Douglas Cintra (PTB), e este relatou ter dado a Fachin um bolo de rolo e bonecos artesanais. O ministro pediu: “O que você puder fazer... Parece que o Renan é que está fazendo um certo jogo aí, né?”. 

Cabo eleitoral
O ministro Armando Monteiro entrou em campo para o Senado aprovar o jurista Luiz Edson Fachin para o STF. Acionou seu suplente, Douglas Cintra (PTB), e este relatou ter dado a Fachin um bolo de rolo e bonecos artesanais. O ministro pediu: “O que você puder fazer... Parece que o Renan é que está fazendo um certo jogo aí, né?”. 

Prorrogação
O ex-governador e senador Omar Aziz (PSD-AM) não se conforma por ter perdido a Suframa. Ele trabalha para impedir que o ministro Eduardo Braga (Minas e Energia) consolide, no Diário Oficial, a nomeação da ex-deputada Rebecca Garcia. 

Retaliação
O líder do PP na Câmara, Dudu da Fonte, justifica o voto dos deputados gaúchos da sigla contra a MP 665. Comentou que eles estão possessos com os ataques dos petistas por conta da aprovação da terceirização. Eles são cobrados em suas bases. 
Divulgação
O PP quer ocupar o Ministério da Integração
O PP quer ocupar o Ministério da Integração

Arrumar a casa
É voz corrente no governo que é preciso dar um freio de arrumação na partilha dos cargos. O PP, presidido pelo senador Ciro Nogueira, depois de perder o poderoso Ministério das Cidades, quer ocupar o da Integração. Mas na pasta há remanescentes de “outros caciques”. O PSD está ocupando os cargos que eram do PP no Ministério das Cidades. 

“Vamos ter que dar um freio de arrumação nos aliados. Chega na hora de dividir o pão, a coisa não é brincadeira” - Ministro do governo Dilma, sobre a partilha dos cargos de segundo escalão e regionais entre os partidos alinhados ao Planalto

- O senador Magno Malta (PR-ES) se recusou a receber o jurista Luiz Edson Fachin, indicado pela presidente Dilma Rousseff para a vaga no STF.

Tribuna do Norte

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