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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Em encontro com produtores rurais, Henrique se compromete em priorizar o setor, “com diálogo, prioridade e respeito


Com desenvoltura, conhecimento de causa e disposição ao diálogo, o deputado Henrique Alves (PMDB), candidato ao governo pela coligação União pela Mudança, impressionou a todos que participaram, na manhã desta quinta-feira, 4, da sabatina do Sistema Faern com os principais candidatos à sucessão estadual. “O segmento rural de um estado que tem 93 por cento de seu território incrustado no semiárido, e que precisa da economia rural para se desenvolver, tem que fazer parte da agenda de um governo e de uma relação respeitosa”, disse Henrique.
O encontro organizado pela Federação da Agricultura do Rio Grande do Norte (FAERN) serviu para que as entidades do sistema e os produtores rurais entregassem aos candidatos as propostas e expectativas quanto ao plano de governo da administração estadual entre 2015 e 2018. Henrique encerrou o evento e foi bastante aplaudido. A exemplo dos demais candidatos ouvidos, falou durante 20 minutos e respondeu a perguntas formuladas pelos produtores rurais. Recebeu das mãos do presidente da FAERN, José Álvares Vieira, o documento oficial do setor.
Ao se apresentar aos produtores rurais, Henrique deixou claro sua prioridade e atenção para com o setor rural. “Não haveria razão alguma, inclusive de agenda, que me impedisse de estar aqui. A agricultura e a pecuária são prioridades para quem deseja trabalhar para desenvolver o Rio Grande do Norte”, afirmou diante do auditório lotado no térreo do edifício-sede da Casa da Indústria.

O candidato a governador lembrou a todos que a participação da pecuária no PIB do Rio Grande do Norte caiu de 6,8% em 2002 para os atuais 3,7%. “Por que este empobrecimento? Qual a razão dessa falta de atenção?”, indagou, antes de apresentar as prioridades e compromissos com o setor rural. “A produção rural é hoje uma área em que o Estado está mais ausente. O que chega a ser uma irresponsabilidade.Não podemos deixar de dar atenção à agricultura, à pecuária, à produção rural”, completou.

Para Henrique, o agronegócio não quer nem precisa de favores governamentais. “O agropecuária quer segurança jurídica, logística para garantir o escoamento de sua produção e no que diz respeito ao licenciamento ambiental o respeito devido a quem deseja investir no setor”, declarou.

Aos agricultores familiares, o candidato a governador acenou com assistência técnica, estruturação dos assentamentos e difusão de tecnologias por meio dos órgãos governamentais para que os jovens possam permanecer no campo, produzindo e longe das cidades onde estão, sem educação e sem trabalho, expostos a toda sorte de mazelas. “O homem do campo, que recebeu a terra de seu pai, que foi do seu avô e quer deixar para seus filhos e netos, não pode ficar apenas com o seu instinto, com o coração e o amor à terra, sem atenção e orientação”.

Henrique também se comprometeu em realizar um governo que dê maior atenção aos pequenos e médios produtores rurais, começando pelo revigoramento do Programa do Leite, que vive hoje uma situação de penúria. 

Ao responder a uma pergunta sobre segurança pública na área rural, o candidato a governador foi enfático: “Faremos policiamento ostensivo nas áreas conflagradas. O mapeamento das áreas já está sendo feito. Levaremos outras ações para mostrar aos jovens que vale a pena ser do bem. E se hoje falta o policiamento nas áreas rurais eu asseguro que não faltará mais. Incorporo agora ao meu programa de governo de segurança pública uma estratégia específica de policiamento para o meio rural”.

Ao final, Henrique Alves deixou claro que, sendo eleito governador, o setor rural terá dele uma atenção especial. “O setor rural, com a agricultura e a pecuária, que tem contribuído para salvar o PIB do Brasil, terá atenção, respeito e sensibilidade por parte do Governo do Estado. Não delegarei a terceiros a condução da política para o setor. Será o governadora quem cuidará pessoalmente disso”, afirmou, arrematando que os que atuam no setor deixarão de ser tratados com insensibilidade e preconceito.

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