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domingo, 28 de setembro de 2014

IFRN consegue empregar 60% dos alunos


Medicina, Engenharia, Direito, Psicologia. Nenhuma das carreiras tradicionais – e concorridas – se encaixava nos sonhos da estudante Maria Gildênia Ferreira de Moura, 22 anos.  Nascida em Assu, a ambição da sertaneja era maior: decifrar como a energia, gerada em altas voltagens nas hidrelétricas, chegava às casas. Grande parte dessa vontade veio do pai, Genilson de Moura, que a vida toda trabalhou como eletricista. Em 2011, Gildênia veio para a capital com o objetivo de trabalhar na distribuidora de energia elétrica do estado. “Quando eu olhava da casa da minha tia, só pensava em trabalhar do outro lado da rua”, lembra. Encontrou no curso subsequente de Eletrotécnica do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) as portas para a Cosern. Hoje, a estudante é funcionária do corpo administrativo da companhia.
Magnus NascimentoAlef Silva de Andrade, 19 anos, já está no último semestre do curso de logística e foi chamado para um estágio na Secretaria de Habitação de São Gonçalo do AmaranteAlef Silva de Andrade, 19 anos, já está no último semestre do curso de logística e foi chamado para um estágio na Secretaria de Habitação de São Gonçalo do Amarante

Maria Gildênia faz parte do corpo de profissionais que dão nova cara à mão de obra potiguar. São técnicos e tecnológos formados pelo IFRN que ocupam hoje as lacunas do mercado de trabalho. De acordo com a Pesquisa de Acompanhamento de Egressos (PAE), realizada pelo instituto em 2013 com 2.523 ex-alunos , apontou que 59% dos formados estão inseridos de alguma forma no mercado de trabalho.  Destes, 36,7% está empregado e continua estudando. A empregabilidade é ainda mais forte nas cidades-pólo, como Mossoró, Parnamirim e Natal.

O instituto – que já foi Escola Técnica Federal do RN (ETFERN) e Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) – mantém o objetivo de formar profissionais para suprir os setores produtivos do estado.  De acordo com a pró-reitora de extensão do instituto, Régia Lúcia Lopes, essa inserção se inicia com o vínculo de estágio. “Os pesquisados dizem que julgam o estágio como o fator mais importante na sua entrada no mercado de trabalho”, aponta Régia. Em 2013, por exemplo, 394 alunos foram encaminhados para estágio.

Entretanto, essa oferta ainda é escassa a depender do curso. De acordo com Régia, o mercado potiguar acolhe bem os técnicos em áreas como construção civil – apesar dos revezes do setor em 2014 –, recursos naturais e informática, mas deixa a desejar no acolhimento a cursos mais específicos e voltados para novos setores, como gestão ambiental, biocombustíveis e mineração. “Nosso objetivo é ampliar essa oferta de estágio, para que o aluno do curso técnico tenha essa experiência profissionalizante. Para ser formado técnico tem que ter a prática profissional”, acrescentou.

A pesquisa realizada em 2013 também apresentou que 50,6% dos entrevistados continuam atuando em área relacionada à sua formação. Entre os setores de atuação dos formados, os maiores percentuais estão na educação (23,72%), administração pública (13,38%), construção civil (10,14%), indústria extrativa (7,97%) e atividades financeiras (6,42%).

Nem sempre esses alunos chegam por terem afinidade com a área técnica. Em muitos casos, os alunos tentam alcançar o ensino médio federal, e o utilizam como uma porta de acesso ao ensino superior. Mostra disso é que 52,72% dos estudantes que continuaram estudando estão no bacharelado e 9,87% em alguma licenciatura. “Nosso objetivo também é proporcionar a verticalização do conhecimento, oferecendo cursos de aperfeiçoamento e formação profissional”, salienta o pró-reitor de graduação do IFRN, José Everaldo Pereira.

A eletrotécnica Maria Gildênia Ferreira tinha isso em mente quando começou a estagiar na Cosern. Contratada como profissional desde janeiro, ela tratou de ir em busca do financiamento do ensino superior. Um programa da companhia banca parte da graduação de Gildênia em Engenharia Elétrica, em uma universidade particular. “Nunca devemos parar, é importante continuar estudando para crescer na empresa e conseguir novos conhecimentos”, aponta.

Fonte: Tribuna do Norte


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Viúva de Campos pede votos para governador


Recife (AE) - A viúva do ex-candidato à Presidência da República e ex-governador Eduardo Campos, Renata Campos, estreou ontem no programa eleitoral do PSB. “Eu confio em Paulo Câmara”, “Eu confio em Fernando Bezerra Coelho”, disse  ela, legitimando os candidatos socialistas ao governo de Pernambuco e ao Senado, escolhidos por Campos, morto em um acidente aéreo no dia 13 de agosto em Santos (SP).

Parceira do projeto político de Campos e sua principal consultora, Renata, que até agora vinha mantendo uma atuação discreta e de bastidor na campanha, pedirá votos para os socialistas nesta reta final da campanha, reforçando a disposição do eleitorado em manter o legado e os ideais do político. 

Ela disse que o ex-secretário estadual da Fazenda, Paulo Câmara, é a garantia dos avanços conquistados no Estado. “Ninguém faz nada sozinho e Paulo sabe juntar uma equipe”, depôs ela, que também destacou a “responsabilidade política” de continuar o projeto com o qual Câmara tem total envolvimento e afinidade. 

Foram duas horas e meia de gravação, realizadas sábado, na varanda e na sala da sua casa, no Bairro de Dois Irmãos, onde sempre viveu com o marido, e continua morando com os cinco filhos. Ela gravou sozinha, falando de forma espontânea e também estimulada por perguntas da equipe. Cerca de meia hora de material editado vai alimentar os programas de televisão e também as redes sociais até o final da campanha. No vídeo, seu depoimento será divulgado pela apresentadora, a atriz pernambucana Hermila Guedes, em formato de entrevista. 

Escolha pessoal de Campos, Câmara era desconhecido do eleitorado e aparecia em franca desvantagem no início da campanha. Com a tragédia, que matou outras seis pessoas e comoveu o Brasil, criando a “Onda Marina”  , o candidato subiu nas pesquisas e ultrapassou o adversário, Armando Monteiro Neto (PTB), aliado do PT. O feito tem sido creditado à comoção que a morte do político provocou no eleitorado pernambucano e no uso da sua imagem pela campanha socialista.

Também sob a tutela de Renata, os filhos João, de 20 anos, e Pedro Campos, de 18, deixaram os eventos fechados para se incorporarem à campanha de rua no início deste mês. João, que só não se candidatou a deputado porque a mãe não permitiu - ela considerou que os estudos são prioridade no momento - tem discursado em caminhadas, defendendo o legado do pai.

Tribuna do Norte

Horário eleitoral custará R$ 839 milhões aos cofres públicos


Divulgada sem custos para partidos e políticos que disputam uma eleição, a chamada propaganda eleitoral gratuita custa milhões de reais aos bolsos dos contribuintes. Só este ano, a estimativa da Receita Federal é de que a União deixe de arrecadar R$ 839.5 milhões em impostos com as inserções veiculadas entre 19 de agosto e 24 de outubro.

A quantia será descontada do total de tributos pagos pelas empresas de rádio e TV de sinal aberto, obrigadas a veicular a publicidade obrigatória. Prevista no Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa), a renúncia fiscal é tratada como gasto tributário. Já o horário eleitoral é elencado como direito à cidadania, ao lado de fundos como o da Criança e do Adolescente e do Idoso que, juntos, receberão, em 2014, R$ 380 milhões em isenções, anistias, subsídios e benefícios tributários e financeiros.
Arquivo TNHorário eleitoral no Rádio e TV começa na terça-feira (17.
Horário eleitoral no Rádio e TV começa na terça-feira (17.

Os R$ 839.5 milhões de renúncia fiscal destinados a custear o horário eleitoral gratuito deste ano representam um aumento de quase 39% em relação aos R$ 604.2 milhões que deixaram de ser recolhidos aos cofres públicos em 2010, quando também foram eleitos presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. O cálculo não leva em conta a inflação do período.

Em 2008, quando a eleição limitou-se a prefeitos e vereadores, as concessionárias autorizadas a explorar os serviços de radiodifusão descontaram, a título de ressarcimento pela divulgação do horário eleitoral, R$ 420.3 milhões dos impostos devidos.

O valor da restituição às empresas é calculado a partir de uma fórmula complexa, cuja aferição depende do acesso às tabelas de preços de mercado cobrados pela exibição publicitária. Valores que variam conforme a audiência do veículo, o horário de exibição, a região e a época. As variáveis estão detalhadas no Decreto nº 7.791, de 2012, que regulamenta o assunto. Os preços cobrados pelos veículos de comunicação devem ser públicos e previamente fixados.

Para alguns especialistas, o valor pago para que os eleitores conheçam candidatos e propostas não é um problema, mas sim o fato de a sociedade ter pouco acesso e controle sobre os valores ressarcidos. O pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), José Roberto Afonso, por exemplo, defende a importância da divulgação do custo do horário eleitoral em renúncias fiscais. Entretanto, sugere que órgãos públicos devem aferir com regularidade os resultados alcançados com a iniciativa.

“Isso deveria valer para todos os benefícios fiscais e não só para o horário eleitoral que, em nada, é gratuito”, disse o economista, afirmando não ser contrário à publicidade partidária. “Cada incentivo fiscal deveria ter a justificativa de sua criação cotejada com os resultados, após os incentivos concedidos. No caso do horário eleitoral, sabemos que está sendo transmitida nas rádios e tvs, mas isso não dispensa uma avaliação técnica e transparente [para avaliar os resultados alcançados]”, concluiu o economista.

Em parceria com a também economista do Ibre Érica Diniz, Afonso divulgou, em janeiro deste ano, texto sobre o conjunto dos benefícios fiscais concedidos pelo governo federal e seu impacto na economia brasileira. No documento, apontam que não se pode confundir transparência fiscal com mera publicidade dos atos e números oficiais. "Além de conhecer, é preciso compreender o que está por trás das estatísticas, ou seja, uma explicação oficial sobre o porquê, quando e como o gasto foi realizado. Também deveria ser possível, a quem se interessar, repetir essa análise e formar sua própria opinião", acrescebtou José Roberto Afonso.

No fim de agosto, uma consulta do Instituto MDA, a pedido da Confederação Nacional do Transporte (CNT), constatou que apenas 11,5% dos entrevistados afirmaram que a propaganda eleitoral tem alguma influência sobre suas decisões. Já na pesquisa de intenções de voto divulgada hoje (23), o instituto revela que 34,4% dos entrevistados nunca assistem ao horário eleitoral. Conforme o resultado, 32% assistem ou ouvem a propaganda poucas vezes na semana, 18% alguns dias e 15% todos os dias.

Apesar dos resultados, o coordenador das pesquisas, Marcelo Costa Souza, informou à Agência Brasil que o horário eleitoral gratuito é importante e afeta a decisão do eleitor. “Principalmente dos que, inicialmente, estavam indecisos. Além disso, a propaganda gratuita é uma importante ferramenta para a democracia representativa”, assinalou Souza.a

Agência Brasil/Tribuna do Norte


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Governo baixa para 0,9% previsão de alta do PIB, pior resultado em 5 anos


Alexandro Martello Do G1, em Brasília

Após a retração da economia brasileira no primeiro e segundo trimestres deste ano, o que configura um quadro de "recessão técnica", o governo revisou novamente para baixo a sua estimativa de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2014. Segundo o relatório de receitas e despesas do orçamento federal do quarto trimestre, divulgado nesta segunda-feira (22) pelo Ministério do Planejamento, a expectativa oficial do governo para a expansão do PIB neste ano foi reduzida de 1,8% para 0,9%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, e serve para medir a evolução da economia. Em 2013, a economia cresceu 2,5%.

Se a alta de 0,9% for confirmada para todo este ano, será o pior resultado desde 2009 - quando foi registrada uma contração de 0,33% no PIB brasileiro. Naquele momento, a economia brasileira sentia mais fortemente os efeitos da crise financeira internacional.

A redução na estimativa oficial do governo para o crescimento da economia já era esperada, uma vez que o próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, já havia antecipado que isso aconteceria. “Teremos que revisar para baixo a expectativa no relatório de setembro”, disse ele, em julho.

Mercado financeiro e BC
Mesmo com a queda na previsão do governo, ela ainda está bem acima do que acredita do mercado financeiro. Segundo pesquisa conduzida pelo Banco Central na semana passada com mais de 100 instituições financeiras, a previsão dos analistas dos bancos para o PIB de 2014 está em apenas 0,3% de alta.

Para o BC, a economia deverá crescer 1,6% em 2014, mas este valor também deverá ser revisto para baixo na próxima semana - quando sai o relatório de inflação do terceiro trimestre de 2014.

'Dança da cordinha'
Em abril do ano passado, quando divulgou a proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2014, o governo previu, oficialmente, um crescimento de 4,5% para o PIB deste ano.

Na proposta de orçamento deste ano, enviada pelo Executivo ao Congresso em agosto de 2013, a previsão de alta já havia caído para 4% de alta. O Congresso Nacional, por sua vez, revisou a estimativa de crescimento de 2014 para 3,8%.

Em fevereiro deste ano, quando foi anunciado o corte de R$ 44 bilhões no orçamento, aprevisão do governo para a expansão do PIB em 2014 caiu para 2,5% e, em julho, recuou novamente, desta vez para 1,8% - passando para 0,9% agora em setembro.

As constantes revisões para baixo do mercado e do governo levaram o jornal "Financial Times" a comparar o movimento com a brincadeira da "dança da cordinha", em que em que é preciso passar sob uma corda, que fica mais baixa a cada rodada.

InflaçãoENTENDA O PIB
Índice mede a evolução da economia
Ao mesmo tempo em que baixou sua estimativa de crescimento econômico para 2014, o governo federal manteve em 6,20% sua expectativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerada a inflação oficial do país. Em 2013, a inflação ficou em 5,91%.

Mesmo assim, o valor estimado pelo governo federal para a inflação em 2014 segue abaixo da expectativa do mercado financeiro, que foi captada pelo Banco Central na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. Para os economistas, o IPCA deste ano deve ficar em 6,30%.

Segundo esse sistema, a meta central tanto para 2014 como para 2015 é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Desse modo, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta seja formalmente descumprida.



Bahia confirma dois casos de chikungunya e intensifica combate a mosquitos


Após confirmar cinco casos de  no município de Feira de Santana, a Secretaria de Saúde da Bahia está intensificando as ações de controle na tentativa de combater os vetores da doença – os mesmos mosquitos que transmitem o vírus da dengue.

As ações preventivas incluem a busca ativa de casos suspeitos e a intensificação do trabalho de campo por meio de nebulização do inseticida UBV, processo conhecido como fumacê. Também está sendo feita a eliminação de criadouros do mosquito. Ainda segundo o governo baiano, as secretarias municipais de Saúde já foram orientadas a ficar em alerta para a ocorrência de casos da doença.

OBS.: As informações a seguir foram colhidas do SITE de Dr. Drauzio Varella

FEBRE CHIKUNGUNYA

A febre chikungunya é uma doença viral parecida com a dengue, transmitida por um mosquito comum em algumas regiões da África. Nos últimos anos, inúmeros casos da doença foram registrados em países da Ásia e da Europa. Recentemente, o vírus CHIKV foi identificado em ilhas do Caribe e na Guiana Francesa, país latino-americano que faz fronteira com o estado do Amapá.

O certo é que o chikungunya está migrando e chegou às Américas. No Brasil, a preocupação é que o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, mosquitos transmissores da dengue e da febre amarela, têm todas as condições de espalhar esse novo vírus pelo País. Seu ciclo de transmissão é mais rápido do que o da dengue. Em no máximo sete dias a contar do momento em que foi infectado, o mosquito começa a transmitir o CHIKV para uma população que não possui anticorpos contra ele. Por isso, o objetivo é estar atento para bloquear a transmissão tão logo apareçam os primeiros casos.

Sintomas
Embora os vírus da febre chikungunya e os da dengue tenham características distintas, os sintomas das duas doenças são semelhantes.

Na fase aguda da chikungunya, a febre é alta, aparece de repente e vem acompanhada de dor de cabeça, mialgia (dor muscular), exantema (erupção na pele), conjuntivite e dor nas articulações (poliartrite). Esse é o sintoma mais característico da enfermidade: dor forte nas articulações, tão forte que chega a impedir os movimentos e pode perdurar por meses depois que a febre vai embora.

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Ao contrário do que acontece com a dengue (que provoca dor no corpo todo), não existe uma forma hemorrágica da doença e é raro surgirem complicações graves, embora a artrite possa continuar ativa por muito tempo.

Diagnóstico
O diagnóstico depende de uma avaliação clínica cuidadosa e do resultado de alguns exames laboratoriais. As amostras de sangue para análise devem ser enviadas para os laboratórios de referência nacional.

Casos suspeitos de infecção pelo CHIKV devem ser notificados em até 24 horas para os órgãos oficiais dos serviços de saúde.

Tratamento
Na fase aguda, o tratamento contra a febre chikungunya é sintomático. Analgésicos e antitérmicos são indicados para aliviar os sintomas. Manter o doente bem hidratado é medida essencial para a recuperação.

Quando a febre desaparece, mas a dor nas articulações persiste, podem ser introduzidos medicamentos anti-inflamatórios e  fisioterapia.

Prevenção
Não existe vacina contra febre chikungunya. Na verdade, a prevenção consiste em adotar medidas simples no próprio domicílio e arredores que ajudem a combater a proliferação do mosquito transmissor da doença

Observação importante:
No Brasil, até o momento, só foram registrados três casos importados da febre chikungunya. Os pacientes foram infectados no exterior, num dos 40 países por onde o vírus circula faz tempo. Os episódios foram controlados, sem que houvesse nenhum sinal de transmissão do CHIKV em território nacional.

No entanto, o risco de transmissão local existe. A proximidade da Copa do Mundo e de outros eventos no País favorece a vinda de turistas provenientes de áreas infectadas pelo CHIKV. Mesmo assim, não há motivo para alarme.  Segundo dados fornecidos pelo Ministério da Saúde,  nossos serviços de saúde e de vigilância sanitária estão atentos. Os casos confirmados no Brasil foram notificados para a Organização Mundial da Saúde (OMS). Na mesma linha de conduta, médicos, laboratórios e as secretarias municipais e estaduais de saúde estão recebendo orientação sob a melhor forma de agir diante da nova doença.

Artistas e celebridades viram cabos eleitorais de luxo de presidenciáveis


Famosos - apoio - presidenciáveis - final (Foto: Arte/G1)
























Diante de uma plateia lotada no Rio, Gilberto Gil apresenta a sua composição mais recente: “Marinar vou eu, votar na Marina, Marinaaar”, entoa no microfone. Na TV, o ex-jogador Ronaldo deixa o merchandising de lado e declara o apoio a Aécio: “Ele tem caráter, porque ele é honesto e, principalmente, porque a mudança é segura”. Em um evento no Rio, a cantora Alcione, apoiadora de Dilma, pede "continuidade": "Ela precisa de mais quatro anos para consolidar tudo aquilo que vem fazendo".

Se a contribuição de celebridades já vinha aparecendo na campanha eleitoral por meio de elogios e mensagens nas redes sociais, a adesão se intensificou nesta semana, quando os três candidatos que ocupam os primeiros lugares na pesquisas levaram as personalidades que os apoiam para a televisão.

A nova música de Gil vai virar jingle na campanha de Marina Silva (PSB). No horário eleitoral de Aécio Neves (PSDB), há um desfile de famosos: de duplas sertanejas a personalidades do esporte. A candidatura de Dilma Rousseff, que disputa a reeleição pelo PT, ganhou o aval de artistas e intelectuais em um manifesto com mais de 60 assinaturas.

Embora as campanhas não revelem a estratégia até o fim das eleições, a tática de usar cabos eleitorais de luxo será mantida.

Coordenador da campanha de Aécio, o senador José Agripino (DEM-RN) destaca o peso desses depoimentos na opinião pública. “São personalidades com uma biografia a zelar e que emprestam seu prestígio e notoriedade para algo em que acreditam.”

Responsável pelas mídias sociais da campanha petista, Alberto Cantalice, vice-presidente do partido, também comemora a mobilização de formadores de opinião em favor de Dilma. Para ele, “dá mais força” à candidatura. “Vários gravaram depoimentos, que têm sido incluídos no horário eleitoral, assim como nas redes sociais”, diz.

Espaço na agenda
Para prestigiar o setor artístico e apresentar propostas para esse segmento, os três candidatos têm reservado espaço na agenda para se reunir com celebridades.

Em um teatro no Rio de Janeiro, Dilma, ao lado do seu padrinho político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu na última segunda-feira (15) diversos artistas, como as cantoras Alcione, Beth Carvalho e Elza Soares, além dos atores Camila Pitanga e Henri Castelli.

Na ocasião, a exemplo do que já acontecera na campanha de 2010, foi divulgado um manifesto assinado por algumas dezenas de músicos, atores e intelectuais. Dilma, por sua vez, retribuiu e prometeu repasse de parte do dinheiro dos recursos do Pré-Sal para a cultura, sem, porém, deixar claro o percentual que destinaria.

No mesmo dia, em São Paulo, Marina se encontrou com vários dos considerados formadores de opinião, incluindo o cineasta Fernando Meirelles, convidado para gravar programas eleitorais da campanha do PSB, e o cantor Dinho Ouro Preto, da banda Capital Inicial.

Na quarta-feira (17), desta vez no Rio, a candidata do PSB compareceu a um ato, mediado pelo ator Marcos Palmeira, com celebridades e representantes do meio cultural, entre os quais os atores Marco Nanini e Otávio Müller e o ex-baterista do Titãs Charles Gavin. Outro músico que apoia Marina é Caetano Veloso, que já apareceu pedindo votos para a ex-senadora na TV e no rádio.

Aécio também tem explorado o respaldo de famosos à sua candidatura. Em seus programas eleitorais na TV, cantores de vários estilos se revezam cantando o seu jingle, como Chitãozinho e Xororó, Wanessa e Zezé de Camargo e sambistas da Velha Guarda da Mangueira.

O compositor Renato Teixeira, conhecido por ter escrito músicas como "Romaria", eternizada na voz de Elis Regina, e "Tocando em frente", foi um dos que deram depoimento no programa eleitoral do ex-governador de Minas Gerais.

O tucano participou ainda de uma partida de futebol organizada pelo ex-craque Zico, que contou na escalação com o cantor Raimundo Fagner, o ex-jogador de vôlei Giovane Gávio e os atores Mauro Mendonça, Marcelo Madureira, Eri Johnson e Márcio Garcia. Ex-jogadores que marcaram época com a camisa da seleção brasileira, como os campeões do mundo Dadá Maravilha, Wilson Piazza e Bebeto, também entraram em campo.

Acostumados a cachês polpudos, todos esses nomes abriram mão de dinheiro e têm apoiado seus candidatos de forma espontânea, garantem as assessorias dos candidatos.

Fonte: G1.Com

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

IBGE anuncia erros no Pnad de sete estados brasileiros


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou, nesta sexta-feira (19) que os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de pelo menos sete estados contém "erros extremamente graves". Segundo o órgão, os erros aconteceram com dados do Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. 

"A pesquisa continha erros extremamente graves. Nos cabe pedir desculpas a toda sociedade brasileira", disse Wasmália Bivar, presidente do instituto. 

Segundo comunicado do IBGE, no processo de expansão da amostra do Pnad, foi usada uma projeção de população referente a todas áreas metropolitanas em vez da projeção de população da Região Metropolitana na qual está inserida a capital. Porém, nos estados onde aconteceram os erros existem outras regiões metropolitanas.

O Pnad 2013 foi divulgado na manhã de ontem pelo IBGE, porém, após o erro ter sido constatado, os fatores foram recalculados e os novos resultados já estão disponíveis no portal do instituto.

Fonte: Tribuna do Norte


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Saúde do Assú aplica segunda dose da vacina contra o vírus HPV


A Secretaria da Saúde do município do Assú por meio do Programa de Imunizações iniciou nesta segunda-feira, 15 de setembro, nas escolas do município e nas Unidades Básicas de Saúde a aplicação da segunda dose da vacina conta o vírus HPV, em meninas de 11 a 13 anos.

A vacina a papilomavírus humano – vacina HPV foi introduzida no Calendário Nacional de Vacinação como uma estratégia de Saúde Pública com o objetivo de reforçar as atuais ações de prevenção do câncer do colo do útero.

A vacina contra o HPV é segura e tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. No entanto, vale ressaltar que a vacinação é uma ferramenta de prevenção primária e também não substitui o rastreamento do câncer, pois a vacina não confere proteção contra todos os subtipos oncogênicos de HPV. Da mesma forma, a vacina não confere proteção contra outras doenças sexualmente transmissíveis.

Porém, ela tem 98,8% de eficácia, e protege contra quatro subtipos do vírus (6, 11, 16 e 18), sendo dois deles, o 16 e 18, responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo do útero. As evidências sugerem também que ela fornece proteção cruzada contra outros quatro subtipos: o 31, 33, 52 e 58.

A campanha visando a segunda dose está sendo aplicada seis meses após a primeira – ocorrida no mês de março deste ano – e a terceira deve ocorrer cinco anos após a primeira.
Para adolescentes que irão fazer a primeira dose nas Unidades Básicas de Saúde não há necessidade de autorização ou acompanhamento dos pais ou responsáveis. A vacina HPV pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação do Programa Nacional de Imunização (PNI), uma vez que deverá estar disponível nas ações de rotina das Unidades Básicas de Saúde para as adolescentes incluídas na faixa etária preconizada.

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Assessoria de Projetos Especiais (Sec. de Governo)
Prefeitura Municipal do Assú/RN
Alderi Dantas  (84) 9419 2427

Anuário elege Correios melhor empresa no setor de Serviços


Os Correios receberam o prêmio de melhor empresa no setor Serviços do anuário Época Negócios 360º, em cerimônia realizada na quinta-feira (11), em São Paulo, que reuniu 700 executivos das maiores empresas brasileiras.
Realizado pela Revista Época Negócios, da Editora Globo, em parceria técnica com a Fundação Dom Cabral e Boa Vista Serviços e colaboração da Economatica e Aberje, o anuário, que está em sua terceira edição, faz um minucioso levantamento sobre as principais dimensões da administração das empresas no Brasil. São avaliados desempenho financeiro, governança corporativa, inovação, visão de futuro, práticas de RH e responsabilidade socioambiental e o ranking considera as 250 mais bem colocadas. A partir dele, as empresas são agrupadas em 26 setores e são premiadas a melhor de cada setor e a melhor de cada dimensão.
No início de setembro, os Correios foram eleitos pela 12ª vez consecutiva a instituição mais confiável do Brasil, no prêmio Marcas de Confiança. E ficaram ainda entre as 30 maiores empresas do País, de acordo com a última edição do anuário Valor 1000, divulgado no final de agosto.



RN/ASCOM
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Ibope/InterTV Cabugi: Henrique lidera com 40% das intenções de voto


A pesquisa Ibope/InterTV divulgada nesta segunda-feira (15) mostra o candidato Henrique Eduardo Alves (PMDB) na liderança das intenções de votos para o Governo do RN. Na pesquisa, Henrique aparece com 40% dos votos, enquanto Robinson Faria (PSD) ficou em segundo, com 31% das intenções.

O candidato Robério Paulino (PSOL) ficou em terceiro lugar na pesquisa com 3% das intenções de votos, seguido por Simone Dutra (PSTU) e Araken Farias (PSL), com 1% dos votos, cada. O percentual de eleitores que afirmou votar branco ou nulo ficou em 14%, enquanto os indecisos são 10%.

Já na simulação de um segundo turno entre Henrique e Robinson, a pesquisa apontou a vitória do atual presidente da Câmara Federal. 40% dos eleitores disseram votar em Henrique, enquanto Robinson apareceu com 36%. Brancos ou nulos ficou em 14% e os indecisos são 10%.

A pesquisa foi realizada entre 12 e 14 de setembro em 40 municípios do Rio Grande do Norte. Foram entrevistados 812 eleitores. 

Senado
O Ibope também ouviu os eleitores sobre a intenção de voto para o Senado Federal. A candidata Fátima Bezerra (PT) lidera com 38% das intenções de voto, Wilma de Faria (PSB) com 32%, seguida por Ana Célia (PSTU) com 2%, Professor Lailson (PSOL) com 2% e Roberto Ronconi (PSL) com 1%.

Fonte: Tribuna do Norte


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

JÚNIOR BENEVIDES ABRIU OFICIALMENTE FESTEJOS ALUSIVOS AOS 51 ANOS DE CARNAUBAIS


O prefeito Júnior Benevides num pronunciamento bastante simplificado falou da sua satisfação de estar governando Carnaubais durante a passagem dos 51 anos de emancipação, dando largada oficial a programação festiva a nossa data magna em 18 de setembro com comemorações até o dia 20 do mês em curso.
Júnior Benevides enfatizou que está prefeito por uma casualidade, mas tem honrado o exercício do poder com eficiência, trabalhado  com  responsabilidade e honestidade de quem deseja um Carnaubais mais desenvolvido.

O evento aconteceu as 18.00 horas desta sexta feira, sendo prestigiada por auxiliares do governo municipal, vereadores, representação sindical, educadores da rede pública, tendo a direção da escola estadual Adalgiza Emidia da Costa comparecido, trazendo uma representação alegórica do seu alunado parabenizando Carnaubais.

A solenidade de abertura teve animação musical da filarmônica Avani Domingos Martins, tocando o hino nacional e do município durante o hasteamento dos pavilhões simbólicos: Carnaubais, Brasil e RN, além de outros dobrados que encantou a platéia presente.

Post: Blog Aluízio Lacerda
Fotos: Adilio Lacerda

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Agência de risco Moody´s muda nota do Brasil de 'estável' para 'negativa'


A agência de classificação de risco Moody's alterou na manhã desta terça-feira (9) a perspectiva do rating (nota) dos títulos do governo brasileiro: de "estável" para "negativa". Em outubro de 2013, a Moody's já havia rebaixado a perspectiva da nota da dívida do Brasil de "positiva" para "estável".

Segundo a agência, a decisão "refletiu o risco crescente de que o contínuo baixo crescimento e a piora dos indicadores de dívida sinalizem uma redução na qualidade de crédito do Brasil e irão deflagrar uma migração em sentido declinante em seu rating de crédito".

Apesar da queda da perspectiva, a agência manteve a nota dos títulos do governo brasileiro em seu nível atual Baa2, ou seja, o país não perdeu grau de investimento.

Com o "investment grade", um mercado pode atrair grandes investidores de países desenvolvidos que, por regras dos seus estatutos, só podem investir em ativos considerados de baixo risco.

Para isso, considerou a "contínua resiliência do país a choques financeiros externos, dado seu colchão de reservas internacionais; vulnerabilidade limitada do balanço patrimonial do governo a mudanças abruptas no apetite global por risco em relação aos seus pares; e os benefícios subjacentes derivados da economia extensa e diversificada do Brasil".

No segundo trimestre deste ano, a economia brasileira encolheu 0,6%, na comparação com os três meses anteriores, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou no final de agosto.

O dado do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2014 – que, ao ser divulgado, em maio deste ano, indicava expansão de 0,2% – foi revisado para queda de 0,2%. Com a sequência de dois trimestres seguidos de resultado negativo, configura-se um quadro que os economistas chamam de recessão técnica.

A última vez que o Brasil registrou uma recessão técnica foi no último trimestre de 2008 e primeiro de 2009, durante a crise econômica mundial.

O que poderia mudar a nota do Brasil
A Moody's afirma que provavelmente poderia rebaixar a nota do Brasil caso se confirme, por exemplo, a tendência de baixo crescimento do PIB, "evidenciando uma mudança mais enraizada em sentido declinante no crescimento".

Ainda que uma elevação seja improvável nos próximos um a dois anos, segundo a Moody's, a agência consideraria mover a perspectiva do rating soberano do Brasil de volta para estável se houvesse uma recuperação do crescimento da economia, puxado pelo aumento dos investimentos, e se as metas de superávit primário - no intervalo de 2% a 3% do PIB - fossem cumpridas.

Esforços do próximo governo
Em junho deste ano, a agência alertou que a perspectiva do rating do Brasil dependia do sucesso ou fracasso dos esforços do próximo governo em reverter as tendências econômicas negativas e elevar o crescimento para próximo do potencial.

"Provavelmente, os desafios que o país enfrenta vão se estender até 2015", disse a agência na ocasião. "Continuamos achando que as perspectivas para o rating do Brasil serão fortemente influenciada pela capacidade do próximo governo para reverter as tendências negativas e levantar taxas de crescimento econômico para patamares mais alinhados com o potential de crescimento do país."

Na ocasião, a agência havia sugerido que a perspectiva poderia ser revisada para baixo se o país continuasse enfrentando "declínio dos gastos com investimento, desaceleração do consumo e deterioração da confiança do investidor".

O que dizem as outras agências
Em março deste ano, a agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixou a nota de crédito soberano do Brasil de "BBB" para "BBB-". A S&P também mudou a perspectiva do rating de negativa para estável.

A classificação de "BBB-" ainda mantém o país com grau de investimento, que recomenda o país como destino de aplicações, mas é o último degrau para perder esse posto. O fato de ter mudado a perspectiva para estável indica que a S&P não deve fazer novos rebaixamentos no curto prazo.

Em julho, a agência de classificação de risco Fitch Ratings decidiu manter a nota de risco da economia do Brasil em BBB – acima, portanto do grau de investimento.

Segundo a agência, a nota refletia a diversidade econômica do país, as instituições relativamente desenvolvidas, uma alta capacidade de absorção de choques com uma robusta posição externa líquida e um sistema bancário adequadamente capitalizado.

Porta-voz informa que Schumacher continuará tratamento em casa


Por Lausanne, Suíça
Recuperando-se do gravíssimo acidente de esqui ocorrido no fim do ano passado, Michael Schumacher enfim poderá voltar para casa. De acordo com nota divulgada pela assessora do ex-piloto, Sabine Kehm, nesta terça-feira, o heptacampeão da Fórmula 1 apresentou progressos em seu quadro clínico nas últimas semanas e continuará o tratamento na mansão de sua família, na pequena cidade de Gland, às margens do Lago Léman, na Suíça.

Recordista de títulos da Fórmula 1, Michael Schumacher ficou quase seis meses em coma, internado no Hospital de Grenoble, França, após bater a cabeça em uma rocha quando esquiava na estação de Méribel, nos Alpes Franceses. Poucos dias depois de sair do coma, o ex-piloto foi transferido para o Centro Hospitalar Universitário de Vaud, em Lausanne, em junho. A residência da família do alemão fica a 44km do hospital. 

A nota divulgada pela porta-voz ressalta, no entanto, que não se deve presumir que houve grandes mudanças no estado de saúde de Schumi. De acordo com a imprensa europeia, o ex-piloto da Ferrari apresenta evolução lenta, mas constante, e não há previsão de quanto tempo precisará para recuperar os movimentos, a fala e a capacidade de memória. Jornais locais afirmam ainda que ele poderá utilizar uma cadeira de rodas especial, controlada por movimentos com sua boca, no futuro.
Casa de Michael Schumacher e família em Gland, às margens de lago na Suíça (Foto: Getty Images)
Mansão da família de Michael Schumacher em Gland, às margens de lago na Suíça (Foto: Getty Images)

Confira a nota de Sabine Kehm na íntegra: 
"Daqui em diante, a recuperação de Michael Schumacher acontecerá em sua casa. Considerando as graves lesões sofridas no acidente, houve progresso nas últimas semanas. Contudo, ainda há um longo e difícil caminho pela frente.

Gostaríamos de estender nossa gratidão a toda a equipe do Centro Hospitalar Universitário de Vaud, por seu trabalho minucioso e competente.

Pedimos que a privacidade da família de Michael continue a ser respeitada, e que as especulações sobre seu estado de saúde sejam evitadas.

As informações a seguir devem ser consideradas como complementares:

- Não se deve presumir que grandes mudanças em seu estado de saúde foram as razões para a mudança no local do tratamento.

- Não houve qualquer obra em sua residência para tornar esta mudança possível."

sábado, 6 de setembro de 2014

Assú: Clima de desanimo marca visita do deputado George Soares a feira livre


A julgar pela foto, única enviada por sua assessoria, e pelo desânimo dos que os acompanhavam durante a visita do deputado, candidato a reeleição, George Soares e de sua candidata a Câmara Federal, Zenaide Maia, com quem George faz dobradinha no município, não redeu o esperado, na realidade foi uma verdadeira negação.

Considerando que aos sábados a cidade de Assú recebe grande quantidade de pessoas vindas das comunidades rurais e de municípios circunvizinhos, pode-se dizer que o deputado não foi feliz na tentativa de apresentar sua candidata a federal, a irmã do deputado João Maio, Dra. Zenaide Maia, ao povo do Assú e visitantes.

O que se observa na foto é que somente o povo de apoio aos candidatos, totalmente desmotivado, esperava pelos discursos de George Soares e da Dra. Zenaide Maia.

A escolha, por parte do deputado George, de Zenaide Maia, irmã do deputado João Maia, para fazer dobradinha em Assú parece não ter agradado aos assuenses, uma vez que, seu irmão, o deputado João Maia, nada ou quase nada fez pelo Assú em seus 8 anos de mandato.

João Maia obteve em 2006, apoiado por outro grupo, mais de 4.000 votos, já em 2010, apoiado pelo grupo do ex-prefeito, Ronaldo Soares, teve pouco mais de 2.000 votos, numa demonstração madura e de total insatisfação do povo assuense com o deputado, vez que, para merecer os votos do povo de Assú é necessário trabalhar pelo município. Fica o alerta!!!    

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Em encontro com produtores rurais, Henrique se compromete em priorizar o setor, “com diálogo, prioridade e respeito


Com desenvoltura, conhecimento de causa e disposição ao diálogo, o deputado Henrique Alves (PMDB), candidato ao governo pela coligação União pela Mudança, impressionou a todos que participaram, na manhã desta quinta-feira, 4, da sabatina do Sistema Faern com os principais candidatos à sucessão estadual. “O segmento rural de um estado que tem 93 por cento de seu território incrustado no semiárido, e que precisa da economia rural para se desenvolver, tem que fazer parte da agenda de um governo e de uma relação respeitosa”, disse Henrique.
O encontro organizado pela Federação da Agricultura do Rio Grande do Norte (FAERN) serviu para que as entidades do sistema e os produtores rurais entregassem aos candidatos as propostas e expectativas quanto ao plano de governo da administração estadual entre 2015 e 2018. Henrique encerrou o evento e foi bastante aplaudido. A exemplo dos demais candidatos ouvidos, falou durante 20 minutos e respondeu a perguntas formuladas pelos produtores rurais. Recebeu das mãos do presidente da FAERN, José Álvares Vieira, o documento oficial do setor.
Ao se apresentar aos produtores rurais, Henrique deixou claro sua prioridade e atenção para com o setor rural. “Não haveria razão alguma, inclusive de agenda, que me impedisse de estar aqui. A agricultura e a pecuária são prioridades para quem deseja trabalhar para desenvolver o Rio Grande do Norte”, afirmou diante do auditório lotado no térreo do edifício-sede da Casa da Indústria.

O candidato a governador lembrou a todos que a participação da pecuária no PIB do Rio Grande do Norte caiu de 6,8% em 2002 para os atuais 3,7%. “Por que este empobrecimento? Qual a razão dessa falta de atenção?”, indagou, antes de apresentar as prioridades e compromissos com o setor rural. “A produção rural é hoje uma área em que o Estado está mais ausente. O que chega a ser uma irresponsabilidade.Não podemos deixar de dar atenção à agricultura, à pecuária, à produção rural”, completou.

Para Henrique, o agronegócio não quer nem precisa de favores governamentais. “O agropecuária quer segurança jurídica, logística para garantir o escoamento de sua produção e no que diz respeito ao licenciamento ambiental o respeito devido a quem deseja investir no setor”, declarou.

Aos agricultores familiares, o candidato a governador acenou com assistência técnica, estruturação dos assentamentos e difusão de tecnologias por meio dos órgãos governamentais para que os jovens possam permanecer no campo, produzindo e longe das cidades onde estão, sem educação e sem trabalho, expostos a toda sorte de mazelas. “O homem do campo, que recebeu a terra de seu pai, que foi do seu avô e quer deixar para seus filhos e netos, não pode ficar apenas com o seu instinto, com o coração e o amor à terra, sem atenção e orientação”.

Henrique também se comprometeu em realizar um governo que dê maior atenção aos pequenos e médios produtores rurais, começando pelo revigoramento do Programa do Leite, que vive hoje uma situação de penúria. 

Ao responder a uma pergunta sobre segurança pública na área rural, o candidato a governador foi enfático: “Faremos policiamento ostensivo nas áreas conflagradas. O mapeamento das áreas já está sendo feito. Levaremos outras ações para mostrar aos jovens que vale a pena ser do bem. E se hoje falta o policiamento nas áreas rurais eu asseguro que não faltará mais. Incorporo agora ao meu programa de governo de segurança pública uma estratégia específica de policiamento para o meio rural”.

Ao final, Henrique Alves deixou claro que, sendo eleito governador, o setor rural terá dele uma atenção especial. “O setor rural, com a agricultura e a pecuária, que tem contribuído para salvar o PIB do Brasil, terá atenção, respeito e sensibilidade por parte do Governo do Estado. Não delegarei a terceiros a condução da política para o setor. Será o governadora quem cuidará pessoalmente disso”, afirmou, arrematando que os que atuam no setor deixarão de ser tratados com insensibilidade e preconceito.

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