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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Emissoras de TV e comércio foram vítimas de vandalismo


Emissoras de TV também foram vítimas de pessoas infiltradas no movimento. Carros foram queimados e equipamentos roubados. O presidente da InterTV Cabugi, Agnelo Alves Neto, estima em R$ 40 mil o prejuízo do carro usado para a transmissão ao vivo. “Não tivemos como recuperar”, disse. O diretor se disse favorável a proposta que tramita no Congresso. “Somos contra os atos de vandalismo, concordo com o projeto. Não podemos sacrificar o patrimônio seja ele público ou privado”, afirmou.
Epitácio PessoaVeículos de emissoras de televisão foram destruídosVeículos de emissoras de televisão foram destruídos

O superintendente da Band Natal, Augusto lamentou não apenas o episódio local que culminou com a destruição de um veículo e roubo de equipamento. “A violência levou a morte do cinegrafista carioca”, afirmou. Ele preferiu não comentar o projeto de lei, por não conhecer o teor.

As marcas de vandalismo são vistas ainda por onde passaram as manifestações. Em placas de sinalização, pontos de ônibus, muros e prédios públicos e privados foram alvos de pichações. O superintendente do DNIT, Walter Fernandes, informou que o Departamento não teve prejuízos financeiros com danos materiais. A Prefeitura não teve como levantar dados solicitados  à Semob, pela reportagem.

O Shopping Midway Mall, ponto de referência para a concentração dos atos públicos, foi alvo de vândalos e teve vidraças e portas quebradas. A direção do Shopping, por meio de assessoria de imprensa, informou que não comenta sobre gastos e investimentos por questões de segurança e reforçou ser instituição “democrática” e que toma “medidas preventivas de segurança, com vistas à manutenção da tranquilidade e o bem estar no ambiente interno do Shopping”.

SEM REAJUSTE 
Os 20 centavos resultaram em 500 milhões de reais em prejuízos. 

Veja quanto deixou de ser cobrado na catraca com a revogação de reajuste em dez cidades do país:

São Paulo: R$ 228 milhões
Rio de Janeiro: R$ 129
Curitiba: R$ 69,1 milhões
Campinas: R$ 62,7 milhões
Belo Horizonte: R$ 58,5 milhões
Recife: R$ 58,3 milhões
Porto Alegre: R$ 29,7 milhões
Manaus: R$ 29,8 milhões 
Natal: R$ 11,6 milhões
Campo Grande: R$ 5,6 milhões
Cuiabá: R$ 7,8

(*) Valor no período de jul/13 e fev/14, totalizando 242 dias, considerando o reajuste e a média de passageiros/dia, em cada cidade.

Como a conta é paga:
Desoneração de impostos - Tributos estaduais e municipais foram reduzidos para empresas de ônibus em alguns Estados.

Subsídios - os subsídios pagos às empresas de transporte coletivo cresceram em algumas cidades.

Redução margem de lucro - Empresas reduziram os lucros, onde não houve intervenção do poder público para bancar o prejuízo.

Quem pagou o quê:
Prefeituras R$ 269 milhões;
Empresas de ônibus R$ 186 milhões;
Estados R$ 23 milhões.

NATAL
Seis empresas exploram o serviço  de transporte público em Natal, em regime de concessão.
Reajuste tarifária: R$ 0,20 
Pagantes equivalentes por dia** no período: 240.154,53 
Período: 242 dias de jul/13 a fev/14
Valor total ‘prejuízo’ no período: R$ 11.623.479,41 
(**) Referência/base de cálculos dos dados de pagantes de jan/12 a dez/12

Fonte: Urban Systems/ pesquisa Revista Exame/Tribuna do Norte


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