quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

UFRN - Cadastro de vagas residuais segue até sexta-feira



A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) realiza, até a próxima sexta-feira (18) o cadastro para ocupação de vagas residuais do período letivo de 2019.1. Os aprovados, dentro do número de vagas em qualquer curso ofertado, independentemente da cidade sede, devem comparecer das 8h às 11h e das 13h às 16h, no anfiteatro D da Escola de Ciência e Tecnologia (ECT).

Caso existam vagas não ocupadas após a conclusão da 1ª chamada, serão convocados os candidatos suplentes para o preenchimento das vagas remanescentes. O cadastramento dos candidatos da segunda chamada será nos dias 23 e 24 de janeiro, também no Anfiteatro D da Escola de Ciência e Tecnologia (ECT). Outras informações constam no edital de cadastramento e matrícula, disponível na página da Comperve. 

Prefeito de Carnaubais Participa de reunião da AMPETRO



O prefeito de Carnaubais, Dr. Thiago Meira, participou na tarde desta terça-feira (15), de reunião realizada pela AMPETRO, no hotel Thermas, em Mossoró.

Com o objetivo de discutir o Decreto que eleva o ICMS dos municípios produtores de Petróleo.

Na referida reunião estava presente o senador Jean Paul Prates, que também discutiu outros assuntos referentes à produção de petróleo e energias renováveis. Participaram do encontro os prefeitos: Dr Thiago Meira, Carnaubais;
José Maurício Filho, grossos;
Josinaldo Marcos de Souza (Naldinho),Tibal;
Túlio Lemos, Macau;
Flaudivan Martins Cabral, Pendencia;
Luiz Jairo, Upanema;
Hipoliton Sael Holanda Melo, Porto do Mangue.

Contando também com a presença do deputado Souza Neto e o ex-deputado Betinho Rosado representando o deputado Beto Rosado.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Empresas de SP liberam funcionários trocarem paletó e gravata por bermuda e camiseta por causa do calor



O calor costuma incomodar mais quem precisa trabalhar em um ambiente mais formal, com terno e gravata, por exemplo. Mas o verão mais intenso, com recorde de temperatura mais alta em São Paulo, fez com que fosse liberado o uso de bermuda, camiseta, tanto para homens como para mulheres.

Um desses lugares é a bolsa brasileira, a B3, no Centro de São Paulo. Aquela imagem de funcionários vestidos com formalidade absoluta ficou para trás. Hoje é mais comum ver pessoas transitando pelos corredores e mesas com bermuda e camiseta. As mulheres usando regatas, vestidos mais arejados e deixando de lado os terninhos.

"Hoje posso vir de vestido e tênis, calça jeans e tênis. Não aderi à bermuda porque eu acho que não fico bem em bermuda, mas resolvi aproveitar e pintar o cabelo, pois cabelo é tudo no verão", disse Nicole Barbosa de Miranda.

Para ela, roupa leve é sinônimo de disposição. "O calor é muito forte, a gente chega para trabalhar já desmaiando de calor. Agora a gente está alegre, bem mais motivado, a produtividade aumenta, estamos vindo trabalhar mais confortáveis. Para mim foi ótimo, estou muito feliz, agora posso mostrar as tatuagens, o cabelo roxo, só alegria", disse Nicole.

Clima de férias
"É uma sensação de liberdade, de que estou indo para um dia feliz, mais alegre e leve. Parece que estou de férias e estou indo para a empresa passar o dia", disse Raul Trineto, gerente de suporte comercial e negócios multinacionais da Metlife.

"Antes dessa liberdade no figurino ele trabalhava diariamente de terno de gravata. "Por estarmos sempre na rua, em visita a cliente vínhamos de camisa, terno, de maneira mais formal, agora eu venho de bermuda e camisa polo", disse Trineto.

Mesmo com a possibilidade mais descontraída, ambiente de trabalho não é o mesmo que praia, é preciso ter bom senso. "Tive de incluir no guarda-roupas umas bermudas mais alinhadas para vir trabalhar, não dá para vir de bermuda mais florida, bermuda de praia", brincou o gerente.

Secretaria de Segurança do RN anuncia investimentos de quase R$ 80 milhões



Nos próximos meses o Rio Grande do Norte receberá uma série de investimentos na Segurança Pública, através de um convênio firmado com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). A informação é da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed). De acordo com a pasta, será um total de R$ 79.973.763,73 milhões destinados para diversos setores e órgãos que fazem parte da segurança pública.

“O dinheiro já está empenhado e será depositado assim que fomos assinando os contratos. Os processos de licitação também já foram iniciados”, afirma o secretário de Segurança Pública, coronel Francisco Canindé de Araújo Silva.

Para modernização dos sistemas utilizados no Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), setor responsável pelo recebimento e monitoramento de ocorrências, foi destinado R$ 1.928.105,28 milhão. Já para Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR) e o Centro de Inteligência da Sesed, o aporte foi, respectivamente, de R$ 5.092.927,38 milhões e R$ 2.877.717,48 milhões. O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) vai comprar um novo helicóptero e mais duas viaturas, somando R$ 21.777.286,93 milhões.

O restante dos recursos foi assim destinado:

Polícia Militar
Valor: R$ 29.977.330,89 milhões
Investimentos: 2 mil coletes balísticos; 179 viaturas; 1.306 armas; 80 escudos balísticos, entre outros equipamentos. 

Poícia Civil
Valor: R$ 12.209.780,77 milhões
Investimentos: 90 armas; 87 viaturas; 10 escudos balísticos; mais investimentos em tecnologia

Corpo de Bombeiros Militar
Valor: R$ 6.110.615,00 milhões
Investimentos: 16 viaturas

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Bolsonaro assina nesta terça-feira decreto sobre posse de armas, informa Casa Civil



A assessoria da Casa Civil da Presidência informou que o decreto que facilita posse de armas será assinado nesta terça-feira (16) pelo presidente Jair Bolsonaro em cerimônia no Palácio do Planalto.

A Casa Civil não divulgou o conteúdo do decreto, que após a assinatura será publicado no “Diário Oficial da União”.

Flexibilizar os critérios para manter uma arma em casa é uma das promessas de campanha de Bolsonaro. Quando ainda era candidato, ele afirmou em seu plano de governo que pretendia reformular o Estatuto do Desarmamento.

O direito à posse é a autorização para manter uma arma de fogo em casa. Para andar com a arma na rua, é preciso ter direito ao porte.

Segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada em 31 de dezembro, 61% consideram que a posse de armas de fogo deve ser proibida por representar ameaça à vida de outras pessoas.

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, chegou a comparar a posse de arma em casa à posse de um carro.

Segundo o futuro ministro, permitir que um cidadão possa dirigir nas ruas do país é comparável, em questão de responsabilidade, a autorizar alguém a manter uma arma em casa, em razão do perigo potencial que um veículo pode representar nas mãos de alguém sem habilitação.

Governo Bolsonaro exonera chefe do Inep nomeada por Temer



A presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Estatísticas Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini, foi exonerada nesta segunda-feira (14).

A exoneração foi publicada no "Diário Oficial da União" e é assinada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

No cargo desde maio de 2016, Maria Inês foi nomeada pelo então presidente Michel Temer, e o presidente Jair Bolsonaro já havia dito, ainda no ano passado, que trocaria o comando do órgão.

Vinculado ao Ministério da Educação, o Inep é o órgão responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Em novembro, já como presidente eleito, Bolsonaro afirmou que, a partir deste ano, ele terá acesso ao conteúdo da prova do Enem antes de o exame ser aplicado.

Na ocasião, Bolsonaro disse ter tomado a decisão porque o Enem de 2018 abordou o "pajubá", conjunto de expressões associadas aos gays e aos travestis.

"Esta prova do Enem – vão falar que eu estou implicando, pelo amor de Deus –, este tema da linguagem particular daquelas pessoas, o que temos a ver com isso, meu Deus do céu? Quando a gente vai ver a tradução daquelas palavras, um absurdo, um absurdo! Vai obrigar a molecada a se interessar por isso agora para o Enem do ano que vem?", indagou Bolsonaro na ocasião.

"Podem ter certeza e ficar tranquilos. Não vai ter questão desta forma ano que vem, porque nós vamos tomar conhecimento da prova antes. Não vai ter isso daí", acrescentou.

Uma semana antes das declarações de Bolsonaro, Maria Inês Fini afirmou em entrevista ao G1 que o Enem "não é deste ou daquele governo", mas, sim, "do Brasil"

Moro manda exonerar diretora da Funai que está na mira do MP, mas Casa Civil não publica no DOU



Mais um capítulo do que parece ser uma queda de braço nos bastidores do governo Bolsonaro. Na semana passada, o blog revelou que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, encaminhou à Casa Civil um pedido de exoneração da diretora de Proteção Territorial da Funai, Azelene Inacio, por conta de uma investigação do Ministério Público que aponta conflito de interesse por parte da servidora.

A demissão, pelo menos até agora, não foi publicada no "Diário Oficial da União", o que surpreendeu o Ministério da Justiça e a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. No governo Jair Bolsonaro, a Funai foi transferida do Ministério da Justiça para a pasta de Damares.

Por questões jurídicas envolvendo a estrutura da Funai dentro do novo xadrez do governo, quem pediu a exoneração de Azelene foi Moro – na última terça-feira (8) – e que seria publicada no "Diário Oficial da União" na quarta (9) ou quinta-feira (10), o que não ocorreu até agora.

Procurado novamente nesta segunda-feira, o Ministério da Justiça voltou a confirmar que o pedido foi feito e encaminhado.

Damares disse ao blog que Azelene estava trabalhando "normalmente" na sexta-feira (11), e que também não viu a exoneração.

blog também procurou o ministro da Casa Civil, Onyx Lorezoni, nesta segunda-feira. Ele disse que o novo presidente da Funai será nomeado na tarde desta segunda-feira (14) e será o general Franklimberg de Freitas, conforme antecipou o blog.

Onyx disse que, por um problema burocrático, a demissão de Azelene não foi publicada e que caberá ao novo presidente da Funai fazer a eventual troca da diretoria. "Tem muita gente na Esplanada que gosta dela", ressaltou Onyx.

Na Funai, servidores afirmam que Azelene resiste a sair e busca apoio para presidir o órgão federal responsável pela assistências aos povos indígenas, o que já foi descartado pela ministra dos Direitos Humanos. Azelene diz a colegas que é vítima de perseguição e pede ajuda para permanecer no órgão.

Oficialmente, a assessoria da Funai diz que Azelene segue trabalhando normalmente e não foi exonerada, como pediu o Ministério da Justiça.

Na semana passada, o presidente da Apex foi demitido pelas redes sociais pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araujo.

Na ocasião, Alex Carreiro disse que não sairia, enfrentando o ministro e criando a primeira crise do governo. Ele foi demitido depois.

Concursos: País tem 31 mil vagas abertas em 150 concursos



Pelo menos 150 concursos públicos estão recebendo inscrições para preencher quase 31 mil vagas em todo o país.

Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade.

Nesta segunda-feira (14), 15 órgãos abriram seu período de inscrição.
Veja abaixo os detalhes de cada concurso:
Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esporte de Goiás
Inscrições: até 31/01/2019
Vagas: 17.673
Salários de até R$ 4.726,85
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Prefeitura de Joanésia (MG)
Inscrições: até 31/01/2019
Vagas: 47
Salários de até R$ 10.900
Cargos de nível médio e superior
Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Inscrições: até 01/02/2019
Vagas: 87
Salários de até R$ 9.600,92
Cargos de nível superior
Universidade Federal do Maranhão
Inscrições: até 08/02/2019
Vagas: 15
Salários de até R$ 4.180,66
Cargos de nível médio e superior
Câmara Municipal de Acreúna (GO)
Inscrições: até 08/02/2019
Vagas: 4
Salários de até R$ 1.849,20
Cargos de nível fundamental e médio
Tribunal de Justiça do Acre
Inscrições: até 13/02/2019
Vagas: 15
Salários de até R$ 30.404,41
Cargos de nível superior
Prefeitura de Jacuí (MG)
Inscrições: até 13/02/2019
Vagas: 83
Salários de até R$ 1.841,70
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Prefeitura de Abaeté (MG)
Inscrições: até 14/02/2019
Vagas: 145
Salários de até R$ 2.130,06
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Prefeitura de Tangará da Serra (MT)
Inscrições: até 14/02/2019
Vagas: 212
Salários de até R$ 13.461,38
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Empresa de Trânsito e Transporte Urbano de Ribeirão Preto (Transerp)
Inscrições: até 15/02/2019
Vagas: 30
Salários de até R$ 6.048,02
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Prefeitura de Aracati (CE)
Inscrições: até 17/02/2019
Vagas: 90
Salários de até R$ 2.676,32
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Universidade Federal do Acre
Inscrições: até 15/02/2019
Vagas: 11
Salários de até R$ 4.180,66
Cargos de nível médio e superior
Prefeitura Municipal de Caçu (GO)
Inscrições: até 18/01/2019
Vagas: 23
Salários de até R$ 3.500
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Prefeitura Municipal de Rochedo de Minas (MG)
Inscrições: até 15/01/2019
Vagas: 12
Salários de até R$ 2.079,83
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Prefeitura de Vilhena (RO)
Inscrições: até 16/01/2019
Vagas: 65
Salários de até R$ 2.455,35
Cargos de nível superior

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Preço médio da gasolina cai 0,76% na semana, diz ANP



O preço médio da gasolina nos postos do Brasil recuou 0,76% nesta semana, para R$ 4,297 por litro, de acordo com o levantamento semanal divulgado nesta sexta-feira (11) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Na quarta-feira, o valor médio cobrado pela Petrobras pelo combustível nas refinarias caiu ao menor nível em 14 meses, em meio a uma redução na cotação do dólar ante o real, um dos parâmetros utilizados pela companhia em sua sistemática de reajustes.

O preço da gasolina da petroleira estatal, que responde por quase 100% do refino no Brasil, vinha caindo desde meados de dezembro diante da depreciação da moeda norte-americana.

Mas outro componente de peso seguido pela estatal em seu mecanismo de reajustes, a cotação do petróleo no mercado internacional, fechou com ganhos nesta semana, o que contribuiu com uma alta do preço da gasolina da Petrobras nesta sexta-feira.

O repasse dos reajustes dos combustíveis ao consumidor final nos postos depende de diversas variáveis, como margem das distribuidoras e revendedores, impostos e mistura obrigatória de biocombustíveis.

O preço médio do diesel, combustível mais consumido do Brasil, caiu 0,2% nos postos nesta semana, para R$ 3,434 por litro, segundo os dados da ANP.

Já o etanol hidratado, concorrente da gasolina nas bombas, ficou estável, em R$ 2,83 por litro.

Gasolina subiu quase o dobro IPCA
Em 2018, o preço da gasolina subiu 7,24%, quase o dobro da inflação oficial medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que foi de 3,75%.

O combustível foi um dos componentes que mais pesaram na alta dos preços no ano passado. Em 12 meses, a gasolina teve um impacto de 0,31 ponto percentual no IPCA.

MPF pede condenação de ex-assessor de Temer no caso da mala com R$ 500 mil



A Procuradoria da República em Brasília pediu nesta sexta-feira (11) à Justiça Federal a condenação do ex-deputado e ex-assessor especial do ex-presidente Michel Temer Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR) no processo da mala com R$ 500 mil que ele recebeu do grupo J&F supostamente como pagamento de propina. Rocha Loures é réu neste processo acusado de corrupção passiva.

Em 2017, o ex-assessor do Planalto foi flagrado pela Polícia Federal (PF), em uma ação controlada (planejada pela própria PF), saindo de uma pizzaria de São Paulo carregando o dinheiro em uma mala que ele havia recebido momentos antes do executivo da J&F Ricardo Saud.

No pedido de condenação, que marca a fase final do processo, o Ministério Público afirmou que o dinheiro era "vantagem indevida" ao ex-presidente Michel Temer.

O ex-presidente nega a acusação. À PF, ele afirmou que "nunca" pediu ou autorizou Rocha Loures a receber em seu nome recursos de campanha "ou de qualquer outra origem".

A defesa de Rocha Loures pediu à Justiça Federal de Brasília, em abril do ano passado, que o ex-deputado seja absolvido da acusação de corrupção passiva. No pedido, os advogados argumentaram que ele não sabia que havia dinheiro na mala.

Devido ao episódio da mala, Temer foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF), em 2017, também por corrupção passiva.

No entanto, a maioria dos deputados da Câmara rejeitou o prosseguimento da denúncia, e o caso acabou engavetado até que ele concluísse o mandato presidencial.

Com a saída de Temer da Presidência e consequente perda do chamado foro privilegiado (pelo qual ele respondia a processo somente no STF), a denúncia contra ele deve ser enviada para a primeira instância da Justiça Federal.