sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Pesquisa Ibope no Rio Grande do Norte: Fátima, 39%; Carlos Eduardo, 25%; Robinson, 13%



Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (21) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo do Rio Grande do Norte:

Fátima Bezerra (PT): 39%
Carlos Eduardo (PDT): 25%
Robinson Faria (PSD): 13%
Brenno Queiroga (solidariedade): 3%
Professor Carlos Alberto (PSOL): 2%
Freitas Jr. (Rede): 1%
Dário Barbosa (PSTU): 1%
Heró Bezerra (PRTB): 1%
Brancos/nulos: 11%
Não sabe ou não respondeu: 5%

A pesquisa foi encomendada pela Inter TV Costa Branca. É o segundo levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

No levantamento anterior, feito de 14 a 16 de agosto, os percentuais de intenção de votos eram os seguintes: Fátima Bezerra, 34%; Carlos Eduardo, 15%; Robinson Faria, 8%; Brenno Queiroga, 1%; Professor Carlos Alberto, 2%; brancos ou nulos; 31%; não sabe ou não respondeu, 9%. Freitas Jr, Dario Barbosa e Heró Bezerra não pontuaram na primeira pesquisa.

Rejeição
O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Os entrevistados podem citar mais de um candidato, por isso, os resultados somam mais de 100%. Veja os índices:

Robinson Faria (PSD): 52%
Fátima Bezerra (PT): 24%
Carlos Eduardo (PDT): 19%
Dário Barbosa (PSTU): 14%
Freitas Jr. (Rede): 13%
Heró Bezerra (PRTB): 13%
Brenno Queiroga (Solidariedade): 12%
Professor Carlos Alberto (PSOL): 11%
Poderia votar em todos: 2%
Não sabe ou prefere não opinar: 10%

Simulações de segundo turno
Carlos Eduardo (PDT): 33% x 49% Fátima Bezerra (PT) (branco/nulo: 15%; não sabe: 3%)
Fátima Bezerra (PT): 57% x 22% Robinso Faria (PSD) (branco/nulo: 19%; não sabe: 2%)
Carlos Eduardo (PDT): 51% x 22% Robinson Faria (PSD) (branco/nulo: 25%; não sabe: 3%)

Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:
Fátima Bezerra (PT): 25%
Carlos Eduardo (PDT): 13%
Robinson Faria (PSD): 7%
Brenno Queiroga (solidariedade): 2%
Professor Carlos Alberto (PSOL): 0%
Freitas Jr. (Rede): 0%
Dário Barbosa (PSTU): -
Heró Bezerra (PRTB): 0%
Outros: 1%
Brancos/nulos: 21%
Não sabe ou não respondeu: 30%

pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (21) também mediu a intenção de votos no Rio Grande do Norte na disputa pelo senado.

Sobre a pesquisa
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 812 eleitores de todas as regiões do estado, com 16 anos ou mais
Quando a pesquisa foi feita: 18 a 20 de setembro
Registro no TRE: RN-08720/2018
Registro no TSE: BR‐0811/2018
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado.

Dólar fecha em queda pelo 3º dia, cotado a R$ 4,04



O dólar fechou em queda pelo terceiro dia seguido nesta sexta-feira (21), chegando a operar a R$ 4,02 mais cedo, com investidores reagindo a novas pesquisas de intenção de voto à presidência da República, e em dia de desvalorização de moedas emergentes.

A moeda norte-americana caiu 0,68%, vendida a R$ 4,0472. Veja mais cotações. Na mínima do dia, o dólar atingiu R$ 4,0277. Na máxima, chegou a R$ 4,0954.

Na semana, a moeda acumulou queda de 2,87%. No mês de setembro, tem desvalorização de 0,61%. No ano, a moeda ainda acumula alta de 22%.

Já o dólar turismo terminou o dia vendido a R$ 4,22, sem considerar a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).


Brasil gerou em agosto 110,4 mil empregos com carteira assinada



O Ministério do Trabalho informou nesta sexta-feira (21) que o Brasil gerou em agosto 110.431 empregos com carteira assinada. Este é o melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos.

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ao todo, foram registradas 1,353 milhão de contratações e 1,242 milhão de demissões.
No acumulado do ano, segundo o governo, foram criadas 568,5 mil vagas formais.

Setores
Segundo o governo, em agosto, houve abertura de vagas em sete dos oito setores da economia.

O setor de agropecuária foi o único em que houve mais demissões do que contratações. O maior número de empregos criados foi no setor de serviços. Veja abaixo:

Serviços: + 66.256
Comércio: + 17.859
Indústria de transformação: + 15.764
Construção civil: + 11.800
Serviços industriais de utilidade pública: +1.240
Extrativa mineral: +467
Administração pública: + 394

Trabalho intermitente
Segundo o Ministério do Trabalho, houve 5.987 admissões e 1.991 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente em agosto deste ano. Com isso, houve um saldo positivo de 3.996 empregos no período.

O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado.

Foram registradas ainda, no mês passado, 7.374 admissões em regime de trabalho parcial e 4.209 desligamentos, gerando saldo positivo de 3.165 empregos.

Salário médio de admissão
O Ministério do Trabalho também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.541,53 em agosto, o que representa alta real de R$ 5,26 em relação a julho.

Em relação a agosto do ano passado, no entanto, o salário de admissão caiu, registrando uma perda real de R$ 1,50.

Em agosto, a diferença entre o salário médio de quem foi demitido e de quem foi contratado foi de R$ 159,27. Enquanto quem foi demitido tinha salário médio de R$ 1.700,80, o salário médio de quem foi contratado foi de R$ 1.541,53.

Gastos com servidores passarão de R$ 302 bi para R$ 326 bi em 2019, prevê governo



O governo federal prevê gastar no ano que vem R$ 326,87 bilhões com os servidores públicos, segundo a proposta orçamentária enviada ao Congresso Nacional.

A despesa é 8,2% superior à deste ano que, segundo o governo, está prevista em R$ 302,1 bilhões.


O gasto de R$ 326,8 bilhões inclui as despesas com servidores ativos, inativos e pensionistas dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública.

As despesas com servidores estão atrás somente dos gastos com benefícios previdenciários.


quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Repasses de partidos a candidatos ultrapassam R$ 1 bilhão; MDB, PR e PP são os que mais transferiram recursos



Os partidos já destinaram R$ 1,4 bilhão para candidaturas nas eleições deste ano, segundo a primeira parcial da prestação de contas, divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As candidaturas a deputado receberam a maior parcela: R$ 930 milhões do total – o equivalente a 68,7% do montante. Os números finais devem ser apresentados pelos candidatos à Justiça Eleitoral em até 30 dias após o fim das eleições.

Esta é a primeira eleição com o Fundo Eleitoral, que totaliza R$ 1,7 bilhão, destinado a financiar candidaturas após a proibição das doações de empresas, em 2015. Os diretórios também podem repassar dinheiro recebido pelo Fundo Partidário (previsto em R$ 513 milhões neste ano) e por outras fontes (doações e contribuições, por exemplo).

Apenas três partidos (MDB, PR e PP) respondem por mais de 1/3 (36,9%) desses repasses a candidatos. O MDB foi a sigla que mais destinou dinheiro a candidaturas – no total, R$ 202 milhões. PR e PP transferiram R$ 162,2 milhões e R$ 142,5 milhões, respectivamente.

Urnas para quem vota no exterior são preparadas em Brasília; elas irão para 99 países



A Justiça Eleitoral lacra nesta quarta-feira (19) as 680 urnas eletrônicas que serão enviadas para quem vota no exterior. Elas partirão para 111 locais de votação, distribuídos em 99 países.

Na urna “internacional”, só há opção para votar para presidente da República. O Brasil tem 500.257 eleitores fora do país. Estados Unidos, Japão e Portugal concentram a maior parte deles.

O processo de lacração é coordenado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Distrito Federal. Depois disso, as urnas ficam à disposição do Itamaraty, que deve encaminhar já na próxima semana os equipamentos por avião, via malote diplomático.

As urnas só poderão ser abertas no dia da votação, 7 de outubro. Os eleitores poderão ir às seções eleitorais a partir das 8h, mas sempre de acordo com o horário local — e não o de Brasília. Por isso, um eleitor da Austrália, por exemplo, vota dez horas antes do eleitor brasileiro.

O resultado do pleito é transmitido pelo sistema interno da Justiça Eleitoral. Assim, não há necessidade de trazer a urna de volta após cada turno. Assim que acabar o horário de votação, às 17h no país estrangeiro, os dados serão enviados para o Brasil.

Voto no papel
Além das 680 urnas eletrônicas, o TRE vai mandar também 64 urnas de lona, em que só é possível votar com cédula de papel.

Essas urnas são destinadas apenas a locais onde há menos de cem eleitores. São países como Bahamas ou Vietnã, onde há 39 eleitores em cada um.

Lugares onde há problemas de segurança, como zonas de conflito internacional no Oriente Médio, também terão urna de lona e voto em papel.

Ciro Gomes disse em entrevista a G1 e CBN "o Brasil não suporta mais um presidente fraco"



O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse nesta quarta (19) em entrevista ao G1 e à CBN, que "o Brasil não suporta mais um presidente fraco, um presidente sem autoridade, um presidente que tenha que consultar o seu mentor", em crítica ao PT.

O pedetista ficou estável na última pesquisa Ibope, com 11%, e viu Fernando Haddad (PT) ultrapassá-lo e se isolar na segunda colocação com 19%, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), com 28% (veja os números completos da última pesquisa Ibope).

Ciro também criticou o voto útil no 1º turno, dizendo que o eleitor deve optar pelo "menos pior" no 2º turno. Sobre a declaração de Haddad de que contava com o apoio de Ciro num eventual 2º turno, o entrevistado classificou como "inexperiência" ou "arrogância" do petista.

A série de entrevistas do G1 e da CBN termina amanhã, com Alvaro Dias (Podemos). Cabo Daciolo (Patriota) faltou à entrevista, e Jair Bolsonaro (PSL) está internado. As entrevistas são conduzidas pelos jornalistas Cláudia Croitor e Renato Franzini, do G1, Milton Jung, Cássia Godoy e Débora Freitas, da CBN, e pelo comentarista Gerson Camarotti, do G1 e da CBN.

G1

Emprego: Fazes das Contratações Temporárias por setores



O Natal é a principal data para o comércio, e o pico de contratações temporárias no setor ocorre em novembro e dezembro. Já na indústria, as contratações são feitas principalmente em setembro, segundo a Asserttem. Veja os dados da entidade abaixo:

De setembro a novembro
Indústria – 65% das contratações (212.708 vagas)
Serviços - 20% (65.448 vagas)
Comércio - 15% (49.086 vagas)
Dezembro
Serviços - 45% (48.233 vagas)
Comércio - 30% (32.155 vagas)
Indústria - 25% (26.796 vagas)

Segundo a CNC, assim como nos Natais de 2015 a 2017, a temporada de contratações no comércio deverá se estender até o mês de dezembro. Antes da crise, mais de 20% das vagas eram preenchidas até outubro. Nos três últimos anos, esse percentual não passou dos 15%.

Os maiores volumes de contratação deverão se concentrar no segmento de vestuário (47,9 mil vagas), hiper e supermercados (11,5 mil vagas). Os segmentos são, segundo a CNC, os grandes empregadores do varejo, pois representam 42% da força de trabalho e respondem, em média, por 60% das vendas natalinas.

Em terceiro lugar no ranking de contratações está o segmento de artigos de uso pessoal e doméstico (8,8 mil vagas). Os demais são móveis e eletrodomésticos (3 mil) e informática, comunicação, livrarias, papelarias, farmácias e perfumarias (1,4 mil).

Salários
A CNC prevê que o salário de admissão deverá alcançar R$ 1.230, registrando avanço de 3,9% na comparação com 2017. O maior salário de admissão deverá ocorrer no ramo de artigos farmacêuticos, perfumarias e cosméticos (R$ 1.500), seguido pelas lojas especializadas na venda de produtos de informática e comunicação (R$ 1.431). No entanto, esses segmentos deverão ofertar apenas 1,5% das vagas totais a serem criadas no varejo.
Ranking por estados

De acordo com a Asserttem, entre os estados com mais postos de trabalho temporário para o período São Paulo lidera o ranking, concentrando 67,27% das vagas estimadas para o fim do ano, ou seja, 292.230 mil vagas, ante 265.664 registradas em 2017.

Na sequência, aparece o Paraná, com 7,41% dos postos de trabalho, (32.172). Depois, o Rio de Janeiro, que deve ofertar 25.597 novas vagas, o que representa 5,89% no total previsto para o país. Todos registraram aumento em comparação com o mesmo período de 2017.

Ranking dos estados com mais vagas
Estado
2017
2018 (previsão)
Participação
São Paulo
265.664
292.230
67,27%
Paraná
29.247
32.172
7,41%
Rio de Janeiro
23.270
25.597
5,89%
Amazonas
17.465
19.212
4,42%
Minas Gerais
14.845
16.330
3,76%

G1

Copom deve manter juro básico na mínima de 6,5% ao ano, pela 4ª vez seguida, prevê mercado



O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (19) e deve manter a taxa básica de juros da economia brasileira estável em 6,50% ao ano, segundo estimativa da maior parte dos economistas do mercado financeiro.

Se a previsão das instituições financeiras se confirmar, essa será a quarta manutenção seguida da taxa Selic, que, mesmo assim, continuará no menor nível da série histórica do Banco Central – que teve início em 1986. A decisão do Copom será anunciada após as 18h desta quarta.

Os bancos projetam também que os juros básicos devem permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018. Para o fechamento do próximo ano, porém, a estimativa dos economistas para a taxa Selic está em 8% ao ano. Ou seja, a expectativa é de alta nos juros em 2019.


“Diminui a concentração dos gases que causam a destruição do ozônio”, diz Motzka à BBC.



Em 2017, a Nasa informou que o buraco atingiu o menor tamanho registrado desde 1988. Mas a melhora "excepcional", segundo os cientistas, estaria relacionada a condições climáticas, e não às ações de conservação.

Os especialistas esperam que o buraco seja reduzido para os níveis de 1980 até o ano de 2070.

Por que o buraco está sobre a Antártida?
Em 1986, a pesquisadora americana Susan Solomon mostrou que o ozônio estava sendo destruído pela presença de moléculas que contêm cloro e bromo provenientes dos clorofluorcarbonetos (CFCs).

Esses gases eram encontrados em quase tudo - de sprays para cabelo e desodorantes a geladeiras e aparelhos de ar-condicionado – e foram proibidos em 2006.

Quando tentamos localizar no planeta onde está o dano à camada de ozônio, olhamos para a Antártida.

"Quando falamos sobre o buraco na camada de ozônio, nos referimos à Antártida porque é onde a redução do ozônio é mais flagrante e maior durante uma época específica do ano, quando é a primavera (setembro-novembro)", explica Motzka.